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15/02/2010

Encontro ou Desencontro de Irmãos?

Numa notícia avançada hoje pelo Correio da Manhã, Pedro Santana Lopes poderá ter algumas ligações ao arguido principal do processo "Face Oculta".

Para mim só há uma reacção: INVESTIGUE-SE.

Sim, investigue-se para saber se é, ou não verdade.
Deixem-se de esconder atrás do formalmente legal.
Deixem-se de esconder atrás da capa conferida pelo pretenso sigilo judicial, pelo segredo de justiça, esquecendo-se que um dos princípios basilares do Estado de Direito é o facto dos processos judiciais serem públicos. A justiça é pública.

Investigue-se para saber se os quatro cheques,em que três foram passados em nome apenas de Santana Lopes e um em Paulo Santana Lopes, se algum se refere a ao mais conhecido dos Santana Lopes.

O certo é que não existe, ao contrário da notícia do jornal Público, nenhum cheque passado com o nome de Pedro Santana Lopes.

Uma pequena diferença, que pode fazer toda a diferença.

13/02/2010

Pequeno-almoço de Figo e Sócrates - "Eles comem tudo"

Pequeno-almoço das Arábias.

"O antigo internacional português, Luis Figo terá recebido 750 mil euros da Portugal Telecom como contrapartida para aparecer num pequeno almoço em Belém, no último dia de campanha de José Sócrates, avança o Correio da Manhã. O jornal conta que o “negócio” terá sido preparado pelo administrador da PT, Rui Pedro Soares, e que consta tudo das escutas retiradas do processo Face Oculta.A conversa ter-se-á desenrolado entre Rui Pedro Soares e o seu assessor jurídico, Paulo Penedos. Soares terá pedido a Penedos que prepare minutas de contrato para pagar ao futebolista.
Segundo o jornal as autoridades conseguiram provar o pagamento feito em três tranches através de transferências feitas para a Fundação Luis Figo, como contrapartida para a instalação da escola de futebol no jogador no Tagus Park, controlado pela PT." (Ionline)

Ministro na festa de anos de Oliveira

Um empresário com relações muito próximas a altos membros do PS.

"Joaquim Oliveira celebrou ontem num jantar o 63º aniversário. Teixeira dos Santos, ministro de Estado e das Finanças, e o ex-ministro da Economia Manuel Pinho foram alguns dos que celebraram com o patrão da Controlinveste no dia em que o seu nome se viu envolvido no caso das escutas sobre o plano do Governo para controlar a Comunicação Social.

O empresário mandou fechar um restaurante no Estoril para receber os convidados. Entre eles, a directora-adjunta de Informação da RTP, Judite de Sousa, e o marido, Fernando Seara, Fátima Campos Ferreira, o director de Programas da SIC, Nuno Santos, e o empresário Joe Berardo. Entretanto, o ‘Sol’ foi ontem distribuído em Angola, mas sem a página 7, dedicada ao 'empresário amigo', onde estava escrito sobre JoaquimOliveira: 'O patrão do DN e JN esteve em contacto com Vara enquanto decorriam as mudanças na TVI.' Recorde-se que Oliveira é accionista da ZON, empresa na qual Isabel dos Santos, filha do presidente angolano, detém 10%." (in Correio da Manhã, de Rute Lourenço/Márcia Bajouco)

08/02/2010

Dupla identidade?

Rui Santos, comentador desportivo da SIC Notícias, colocou em causa a honra de Zoro, questionando o estatuto dos jogadores emprestados. Só se lembrou agora?
Então, quando um certo treinador do Leiria se descaiu e afirmou a meio de uma semana que não poderia utilizar determinados jogadores porque eram emprestados pelo clube com o qual iam jogar, não houve nada?

Mais grave, quando o senhor treinador do Estrela de Amadora, Dauto Faquirá, afirmou em entrevista que redigia relatórios sobre os seus próprios jogadores, nomeadamente o caso de Fernando, para ser entregue a outra equipa da mesma liga, mais concretamente o FC Porto, não me lembro de ouvir ninguém falar sobre o assunto.

Dupla identidade.

Liberdade


Assine a petição TODOS PELA LIBERDADE

06/02/2010

Haja vergonha II

Nunca, no mesmo dia, consegui ter dois "posts" com o mesmo nome.

Que raio de fim de semana. Que raio de país.
Política, justiça e desporto.
Agora até o selecionador nacional da equipa nacional de futebol se envolve em "empurrões"com um jornalista na sala de embarque.
Empurrões ou murros...Onde vamos parar?
Há portugueses que não merecem ser portugueses.

Ninguém pode separar esta baixa de valores éticos em Portugal, do facto de estarmos a ser governados por pessoas em que o casamento gay, o aborto, são factores considerados de vanguarda, de "modernice".

Terramoto Judicial?

Acabei de ler o artigo de opinião de Manuel Carvalho no jornal Público.
Um artigo corajoso, que põe o "...o dedo na ferida", que exprime por escrito aquilo que muitos temem só de pensar.

Estaremos perante um terramoto do Estado de Direito? Um Terramoto no sistema de justiça português?

Um excerto do artigo:

"Na última década do século XIX o ministro da Fazenda, Oliveira Martins, aumentou os impostos e esperou por uma revolta popular. Nada. Naquela época, "isto", o país, "já nem sequer tem energia para se revoltar", notou. Olhando para o que se passou ontem, percebe-se como, apesar da passagem do tempo, pouco mudou desde este episódio citado na História de Portugal de Rui Ramos. O semanário Sol revelou despachos judiciais e transcrições de conversas que envolvem o primeiro-ministro num plano para silenciar a TVI? Muito bem, lá se ouvem frases de circunstância e tudo se mantém no remanso do costume. À custa dessas notícias, há motivos que reforçam as dúvidas e a perplexidade sobre o papel do procurador-geral da República e do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, que mandaram arquivar os despachos e as escutas sem sequer abrirem um inquérito? Talvez, mas as suspeitas de violação de direitos constitucionais já não merecem mais do que a apatia do costume (...)
Se o que se diz do primeiro-ministro reforça apenas uma suspeita antiga, a facilidade com que Pinto Monteiro e Noronha Nascimento remeteram para o arquivo os indícios que lhes chegaram de Aveiro merece maior preocupação. Com esta etapa, a intolerância de Sócrates para com a liberdade de imprensa não se revela - apenas se adensa; já os receios de que o princípio da separação de poderes está em Portugal ameaçado pelo desempenho dos principais magistrados do país ganham uma nova e substantiva força. Por muito que falem e se expliquem com alíneas e jurisprudência, será agora mais difícil fazer parte do país acreditar na sua independência face ao poder político. As suspeitas valem o que valem, mas, no caso, valem o suficiente para minar a credibilidade do estado de direito. A sua demissão seria um bálsamo para este país doente."

01/02/2010

Censura?!

Segundo relatos publicados por toda a blogoesfera, segundo o que aconteceria se fosse normal, hoje segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010, deveria ter sido publicado no JN um artigo de opinião de Mário Crespo.
O que terá acontecido para tal não ter sido feito?
Deixo-vos aqui o Link para o artigo que deveria ter sido hoje publicado no JN, que se encontra no site do Instituto Francisco Sá Carneiro.

Um excerto:

"Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada." Mário Crespo

25/01/2010

Baixa Política

Baixa Política.
É o mínimo que se pode dizer sobre o dossier "Holocausto Haitiano" do site do Bloco de Esquerda.
Num momento como este procurar fazer política é algo muito baixo, aproveitamento político é algo deprimente. Mas, seria de esperar outra coisa do BE?

16/01/2010

O candidato da extrema esquerda e os funcionários públicos congelados

O Bloco de Esquerda apoia a candidatura de Manuel Alegre à presidência da República, tornando-o assim no candidato da extrema esquerda.
Será mau?
Ou pior terá sido a posição de Manuel Alegre nas últimas legislativas ao lado de José Sócrates que tanto tinha criticado?
Será que se for eleito Presidente da República tornar-se-á novamente num socialista de corpo inteiro como foi na campanha no ano passado?

Sinceramente penso que me merece muitas reservas o comportamento zigzagueante de Manuel Alegre.

Que terá ele a dizer aos funcionários públicos que são aqueles que irão pagar a crise despoletada pelo sector financeiro privado?

11/01/2010

Governo irresponsável - João César das Neves

DN, 2010/01/11

Este é o Governo dos regulamentos, fiscais, inspectores. Qualquer pretexto é bom para nova portaria, da defesa do consumidor à protecção do ambiente passando pelo tabaco e a gripe. Por tudo e por nada temos exigências, imposições, despesas. Os propósitos são sempre excelentes, mas não se pensam as consequências. Tudo cai sempre sobre os contribuintes e empresas, com custos, limites, restrições. E mais os impostos, sempre os impostos. Depois não temos flexibilidade, produtividade, investimento. Que surpresa! Quando dizemos que o Governo é irresponsável, é isto que queremos dizer.

Uma evidência sucessivamente repetida é o grave endividamento externo de Portugal que se acumula há mais de dez anos. O Governo diagnosticou o problema em 2005 e anunciou medidas duras para controlar a situação. Mas em vez de verdadeira austeridade e redução da despesa pública, preferiu descarregar no contribuinte e maquilhar o défice com subidas de receitas. Isso aumentou a dívida total do País mesmo no curto período em que as finanças públicas pareciam melhorar. Inevitavelmente, no primeiro soluço económico, todos os ganhos orçamentais se evaporaram. Quando dizemos que o Governo é irrespon- sável, é isto que queremos dizer.
Perante a crise conjuntural, com origens externas agravadas pela delicada situação doméstica, anunciam-se medidas de recuperação. Mas em vez de escolher programas para aguentar as empresas nos meses difíceis, aliviar as regulamentações e reduzir carga fiscal, prefere-se centrar a discussão nas grandes obras públicas, muito mais mediáticas e populares. Mas esses projectos terão efeitos económicos só dentro de anos, quando a recessão tiver acabado. Nessa altura subirão ainda mais a dívida explosiva. Quando dizemos que o Governo é irresponsável, é isto que queremos dizer.

O pior da situação económica actual é sem dúvida o drástico aumento do desemprego que ultrapassou máximos históricos. Em particular os trabalhadores pobres e não especializados têm sido mais atingidos. Dado que ao mesmo tempo se verifica uma deflação, com descida de preços que só por si aumenta o valor dos rendimentos, o mais elementar bom- -senso recomenda moderação salarial para proteger os postos de trabalho que se mantêm. Em vez disso, o Governo decidiu a medida bombástica de aumentar o salário mínimo para 475 euros. Como vem na sequência de subidas anteriores, o nível é hoje 27% superior ao de 2005, mais de 17% em termos reais. É inacreditável que pessoas responsáveis apresentem essa medida como um esforço governamental de justiça social. De facto o Estado não paga um cêntimo desse salário mínimo. O que faz é apenas proibir os empregos que paguem menos. Para os trabalhadores que se mantêm a trabalhar há ganhos. Mas quantos vão ser forçados ao desemprego ou à clandestinidade por esta decisão supostamente benéfica? Em momento de recessão e deflação a proposta raia a loucura e fazer experiências com pessoas pobres é infâmia. A subida do salário mínimo constitui o maior atentado das últimas décadas às classes desfavorecidas. Quando dizemos que o Governo é irresponsável, é isto que queremos dizer.

Um líder respeita e compreende o povo que dirige e procura manter unido e empenhado para enfrentar as dificuldades que surgem a cada momento. Se pelo contrário o dirigente começa a impor os seus caprichos, gerando clivagens e divisões sociais, inverte a sua função e passa a ser o inimigo. Foram sempre assim os tiranos. A actual incarnação governamental do PS, ao sabor de brios ideológicos, tem adoptado medidas chamadas "fracturantes". Em nome de suposta "modernidade" desafia os princípios básicos da sociedade e gera polémicas artificiais. Isto, só por si, manifesta falta de sentido de Estado, incapacidade política e incompreensão das elevadas funções executivas. Mas quando temas civilizacionais são tratados de forma apressada, arrogante e atabalhoada entra-se no campo da desonestidade e da indignidade. Quando dizemos que o Governo é irresponsável, é isto mesmo que queremos dizer.

04/01/2010

Medo da Democracia Directa

Independentemente de sermos favoráveis ou contra, a esquerda não nos pode tirar o direito de nos pronunciarmos.

Finalmente os partidos de esquerda agem como partidos de doutrina de esquerda.
Não há mais nada a esconder.

Todos sabemos que certa esquerda dá-se mal com a democracia participativa directa.
Todos sabemos que certas esquerdas elitistas têm uma visão do povo como algo "bruto".
Aqui, agora, com este assunto caiu a máscara a certos ditos democratas.

Medo de um Referendo?
Qual o mal de um referendo ao casamento gay?
Medo da maioria dos portugueses serem contra?

Então meus amigos deixem os portugueses expressar a sua vontade, ou por outro lado, querem aprovar uma Lei, que até esses senhores de esquerda sabem que vai contra aquilo que a maioria dos portugueses sente e quer?

Nem todas as pessoas que votaram PS concordam com essa Lei, nem todas as pessoas que votaram PS o fizeram por concordar com o casamento gay (como se pode comprovar aqui).

Qual o medo do referendo, senhor José Sócrates?
Qual o medo do referendo, senhor Jerónimo de Sousa?
Qual o medo do referendo, senhor Francisco Anacleto Louçã?

A esquerda com o seu verdadeiro rosto.

Independentemente de sermos favoráveis ou contra, a esquerda não nos pode tirar o direito de nos pronunciarmos.

Contas Divergentes

Contas Divergentes?

O Estado, ou seja, o governo rosa de 2008, volta a ter dificuldades em saber a nomenclatura correcta para elaborar a contabilidade estatal.

"O Tribunal de Contas acusa o Estado de em 2008 ter “camuflado” como encargo de dívida pública 214,4 milhões de euros de despesa relativa à aquisição de activos financeiros, neste caso relativos à aquisição das posições de vários bancos no Fundo Margueira, constituído na sequência da reestruturação da Lisnave, em Almada" in Jornal Público

Mais um "rombo" na credibilidade das informações orçamentais/finanças vindas do Estado.

Fnac censura livro contra casamento homossexual? (Retirado do Blog o Inimputável)

Porque acho que a liberdade escolha, de expressão e de pensamento é por muitas vezes condicionada por interesses que não nos permitem aceder a toda a informação, resolvi retirar um post do blog o Inimputável e reproduzi-lo aqui. Cada qual que faça a sua leitura.

«A cadeia de livrarias FNAC, aparentemente, censurou a venda do livro “Casamento Homossexual Porque Não” de Pedro Vaz Patto e Gonçalo Portocarrero de Almada, editado pela Alêtheia.
A FNAC, ao não aceitar colocar o livro à venda nas suas livrarias, tomou, deste modo uma posição ideológica sobre o tema, configurando um acto censório, inadmissível em democracia. Contactada a FNAC, foi-nos informado que o livro só estaria disponível sobre “encomenda especial”. Assim, sugerimos que seja enviado um e-mail de protesto para esta cadeia de livrarias:


e-mail: fnac@fnac.pt


Exmos. Srs.


Tendo tomado conhecimento de que a FNAC teria recusado a disponibilidade para venda directa na sua cadeia de livrarias do livro recentemente publicado pela editora Alêtheia, da autoria de Pedro Vaz Patto e Gonçalo Portocarrero de Almada, intitulado “ Casamento Homossexual Porque Não”, tendo em conta que este é um tema do maior interesse e de aceso debate actualmente na sociedade portuguesa, venho por este meio perguntar a V. Exas.:


1) Numa altura em que foi entregue na Assembleia da República uma petição com mais de 90.000 assinaturas a requerer a realização de um referendo sobre o tema, não será o livro de interesse público e esclarecedor para muitos leitores formarem uma opinião?


2) Qual o motivo pelo qual a Fnac optou por não disponibilizar nas suas livrarias este livro, elucidativo sobre uma determinada posição ideológica?


3) Será que a Fnac pretendeu assumir alguma posição ideológica sobre o casamento homossexual, censurando a venda desta importante publicação nas suas livrarias, uma vez que nos foi informado que estaria apenas acessível sobre encomenda?


4) Será que a Fnac põe em causa a credibilidade e a seriedade da obra, sabendo o elevado nível dos curricula dos seus autores?


A Fnac ao recusar a venda de tão oportuna e esclarecedora obra, levanta a suspeita de ter exercido um acto de censura deplorável, inaceitável num país democrático como o nosso. Em face do exposto, venho por este meio solicitar a V. Exas. um melhor esclarecimento desta situação.
Com os melhores cumprimentos
ass.»

02/01/2010

"O País está sem alma nem projecto " - Vítor Ramalho


Agora a comparação com Cavaco é completamente despropositada. É uma forma dos socialistas trabalharem. Nunca conseguem assumir a sua culpa sozinhos. Vide o exemplo de ainda estarem a culpar o governo de quatro meses de Santana Lopes, quando o verdadeiro "enterra" foi António Guterres.
Apesar de ainda faltar um ano para terminar a década, podemos afirmar que nunca tão poucos fizeram tão grande mal a Portugal, em tão pouco tempo. A história irá julgar este período como algo negro para Portugal.

27/07/2009

Lamentável intransigência do Ministério da Educação

Mais uma vez, os professores são confrontados com uma lamentável intransigência por parte do Ministério da Educação, no que diz a uma revisão do Estatuto da Carreira Docente.

Mais uma vez os sindicatos prometem endurecer a luta.

Mais uma vez os professores terão de mostrar a sua força, não só em acções sindicais, mas sobretudo nas urnas, no sufrágio eleitoral, mostrando a sua disposição para com as "piadas" sobre a política de educação deste primeiro-ministro.

Desta vez terá de ser mostrado um cartão vermelho a esta política de educação.

Terá de ser mostrado um cartão vermelho ao Partido Socialista, não só ao governo, mas também aos políticos locais que tentam minorar o movimento dos professores na luta pelos seus direitos.

Mas não serão apenas os professores: funcionários públicos, desempregados, magistrados, notários, advogados, médicos, polícias, etc. Todos irão mostrar o seu desagrado pela forma como o PS tem actuado.

Um verdadeiro cartão vermelho às promessas deste governo.

24/07/2009

Minorias presentes, onde a grande maioria não se sente representada

Qual a razão que leva um partido a escolher para candidatos pessoas como Inês de Medeiros ou Miguel Vale de Almeida?
Creio que não é pela sua competência política, não é pela sua experiência, mas sim, claramente para beneficiar da sua populariedade em determinadas franjas da sociedade.

Analisando toda a lista, analisando as posições do PS e das pessoas que fazem parte da lista, vemos que os defensores de questões, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, vão ter um lugar forte na Assembleia da República.Vai ser sem dúvida uma temática que irá estar na linha da frente das preocupações socialistas.

Chegamos assim, chegamos ao cúmulo de termos minorias representadas na AR, onde a grande maioria da população portuguesa não se sente representada.