Para dizer a verdade, todo este processo entre professores e o Ministério da Educação assemelha-se cada vez mais a um processo de intenções do que a um processo de avaliação. Tal como já anteriormente referi, sou a favor da publicidade da avaliação dos professores, mas a acontecer deve ser muito bem regulamentada de modo a evitar "excessos" ou "constrangimentos", bem como restringir-se aos elementos que lhes digam respeito a determinado sujeito.
Pode não ser tão simples como parece à primeira vista.
Só um pequeno exemplo, recorrendo a uma possível analogia com a avaliação dos estudantes: se no decorrer de um exame nacional, o aluno decidir recorrer da sua nota, e para tal pedir para ver a correcção/exames dos colegas que tiveram melhores notas?
Pois, difícil não é?
No entanto, quanta e quanta documentação, bem mais importante para o cidadão, permanece oculta aos olhos do comum dos mortais?
Se calhar existiam outras coisas que deviam ser bem mais públicas e menos internas, como os critérios para nomeação de quadros da administração pública. Se calhar temos de ser menos dóceis.
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