Uma Assembleia Plenária que pretende abordar os documentos «A Escola em Portugal» e «Toda a prioridade às crianças».
“O Estado tem a alta responsabilidade e a grave obrigação de defender a instituição familiar”. A baixa natalidade é um dos “sintomas severos desta doença que atacou a família”, indica D. Jorge Ortiga, a que associa “a terrível praga do aborto, alcandorado a «direito fundamental», gratuito e não raras vezes proposto à mulher a quem não lhe são facultadas alternativas. Portugal massacra, assim, o seu futuro, impedindo-o de nascer”. Num quadro de menor natalidade “aumentam as ligações fortuitas ou efémeras, as chamadas «uniões de facto» equiparadas nos direitos ao casamento mas não nos deveres e facilita-se ao extremo os divórcios e a dissolução dos casamentos”. in Ecclesia
25 de Abril, sempre. Mas mesmo sempre.
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*Nesta data, este ano mais do que nunca, há sempre quem nos lembre – e bem
– que não podemos dar a liberdade e a democracia como algo garantido para
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Há 1 hora
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