O PS francês teve um dia de eleições que tinham como expectativa a saída da crise institucional em que o partido se encontra.
Tendo tudo do seu lado, duas candidatas que rompem com o "status quo" da política ser um campo de batalha para os homens, com essa novidade pretendiam fazer frente a presidente da República vaidoso, mas também empreendedor e um pouco também fora do comum na maneira de ser e actuar.
Mas, obtiveram um empate técnico, em que na minha opinião deveria conduzir a uma maior clarificação através de uma segunda volta. No entanto as regras da democracia dizem-nos que ganha quem obtiver mais votos e Martine Aubry assim, obteve mais 42 votos que a sua adversária, ficando tudo dependente da sua vontade ou não de fazer a "segunda volta".
Se não o fizer será marcada como com um estigma por esta vitória tão magra.
Afinal a culpa não era do bloqueio...
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*Afinal parece que essa coisa da fixação de preços pelo Estado não
funciona. Contribuirá, pasme-se, pelo contrário para a sua escassez,
crescimento do...
Há 23 horas
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