Quando nos enganamos no caminho para qualquer sítio, quando entramos por atalhos que pouco conhecemos, quando entramos num beco, só temos um remédio, inverter a marcha e tentar encontrara o caminho mais correcto. Para isso é necessário bom senso e serenidade.
O Presidente da República fez o seu papel de moderador, não sendo de sua competência específica o sector da educação, compreendeu que o país passa tempos demasiados conturbados para uma democracia.
É preciso saber dar a volta à situação.
É preciso o executivo ouvir as pessoas e deixar de tratá-las como números.
É preciso dar voz a quem está no terreno.
O mundo ao contrário
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*Há quem sonhe com a réplica em Portugal das manifestações espanholas e
francesas contra as alegadas crises da habitação e da educação. Em
democracia...
Há 5 horas
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