Nada menos exacto, nada menos objectivo do que as múltiplas possíveis leituras dos números.
Quem ouvir a últimas declarações do no primeiro-ministro, deve pensar que vivemos em época de abundância, de desenvolvimento.
Todos os dados que saem para a opinião pública, o governo exalta-os como se tratasse de uma vitória pessoal.
Por outro lado, quando são menos agradáveis, e torna-se impossível qualquer leitura positiva dos mesmos, o executivo tem o belo do bode expiatório que é "a crise económica mundial".
É fácil governar assim.
O mundo ao contrário
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*Há quem sonhe com a réplica em Portugal das manifestações espanholas e
francesas contra as alegadas crises da habitação e da educação. Em
democracia...
Há 6 horas
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